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Doria, evitando incômodo político, amplia recuo sobre ICMS

Em mais uma concessão à pressão do setor agropecuário, o governo de São Paulo decidiu recuar de maneira ampla em sua agenda de elevação das alíquotas de ICMS no estado. Segundo destaca o jornal VALOR ECONÔMICO, o governo decidiu revogar o aumento do imposto “sobre todos os bens e serviços que afetam a produção de alimentos, incluindo a alta de zero para 13% da alíquota incidente sobre o uso de energia elétrica e os aumentos previstos para leite, carnes, peixes, hortifrutigranjeiros, farinha de mandioca, queijos e insumos agropecuários”. A decisão foi informada ao jornal diretamente pelo secretário estadual de Agricultura e Abastecimento, Gustavo Diniz Junqueira. A decisão deverá ser oficializada nos próximos dias, segundo o secretário.

O jornal O ESTADO DE S. PAULO traz um pouco de bastidores sobre essa decisão do governo João Doria. O recuo teve motivação política, segundo a reportagem. O texto afirma que a mudança de posição “se deu em meio a avaliações do Palácio dos Bandeirantes de que a narrativa segundo a qual a medida poderia trazer aumento no preço de alimentos durante a pandemia prejudicaria a imagem do governador paulista”, que é cotado como candidato a presidente em 2022. O entendimento foi de que a melhor opção seria abrir mão do fim da isenção do ICMS “antes que a ideia de que a alta no preço dos alimentos, que é nacional, tivesse relação com o pacote paulista”. (Fonte: Jota)

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